Mas vamos lá ao trabalhinho que a FPF não nos paga para passear, ou, pelo menos, só passear.Só é pena não me lembrar do nome, os açoreanos falam com um sotaque muito carregado e quando metem o turbo é para esquecer. Pode ser que ainda me lembre, se acontecer eu digo. De qualquer das formas, todo o peixinho açoreano é muito bom e fresquinho, se assim não fosse a malta até estranhava, é água por todos os lados. :)
Com um fim de semana tão fresquinho, chuvoso e enovoado, só mesmo a escassos centimetros das furnas é que se conseguia aquecer. E olhem que aquece muito.
Infelizmente não tivemos tempo para degustar o Cozido das Furnas, só se serve nos restaurantes por marcação e nós até já tinhamos almoçado.
Mas as panelas estavam ali enterradas, provavelmente até à hora do jantar, quando já estivessemos prontos a embarcar, ou quase.........
Antes de partir, à semelhança daquilo que aconteceu na Terceira, nada como pedir uma ajudinha Divina para a viagem, que muito necessária se tornou.....
Tenho pena que muita gente se gabe de conhecer a Europa e mais uns não sei quantos países do mundo e não aproveite o que de bom existe no nosso Portugal.
Hei-de regressar a São Miguel, fiquei com um certo amargo de boca por não poder correr a ilha de lés a lés.
Alguns membros do Governo também estiveram a comemorar o Dia da Liberdade na Ilha.
Eu até penso que este seria o Chefe da Delegação, continuou a comer sem dar resposta positiva às nossas insistência para sorrir para a foto.
Atenção: As duas ultimas fotos não poderão servir para ofender as raças fotografadas, até porque, prezo muito mais os animais que certos elementos governativos. Fica o reparo e a salvaguarda da honra animalesca.
Só falta mesmo referir o precalço que tivemos antes do vôo de regresso. Estava a malta toda embarcada, num Airbus A 310, e que dificil foi sentar a terceira idade excursionista, quando, fomos informados pelo Comandante do avião que, devido a uma anomalia técnica, numa das portas traseiras, tinhamos que desembarcar e aguardar cerca de 30 a 60 minutos. A partida já estava atrasada e ainda se atrasou mais um bom bocado.
Para ajudar à festa, eis que surge uma conversa de caserna, mas no aeroporto, de que se estava a aproximar mau tempo e se o avião não levantasse até à meia noite já não o faria.
Entretanto fomos chamados para embarcar outra vez e muita gente estava bastante apreensiva, não bastava a porta e ainda o mau tempo para ajudar. Meus amigos, foi a descolagem mais silenciosa que já fiz, os passageiros só sossegaram quando o Comandante, bem no alto da rota, disse que estava tudo bem com a porta e o tempo não traria dificuldades ao vôo. O que na realidade aconteceu e a aterragem em Lisboa foi perfeita. Era por isto que eu referi que a ajuda Divina até fez falta.
Quase me esquecia, na segunda-feira, devido ao mau tempo em Ponta Delgada, ruiu parte dum telhado dum prédio urbano, afinal as conversas de caserna tinham razão de ser, ufa......









































